Senhor secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri

“… polícia é polícia e bandido é bandido. Só que no Brasil essas coisas se confundem”.(Lúcio Flávio).
A frase acima representa, claramente, como se configura a consciência cognitiva de nossa sociedade com relação ao exercício profissional das polícias. Ora, é sempre bom que possamos achar e imputar a alguém a responsabilidade sobre um todo, principalmente, quando o estado de Goiás sofre as conseqüências do êxodo rural iniciado no período pós-guerras, convergindo à população para centros urbanos desprovidos de estrutura urbanística para essa afluência. Com uma taxa de ocupação urbana aproximada de 85% da população, vivemos sobre a égide do caos. Lotes e áreas, de reservas especulativas, servindo de reduto para o crescimento do mato e o despejo do lixo, contracenando com postes de lâmpadas queimadas ou quebradas, favorecendo a ação de marginais e transformando essas áreas em verdadeiras regiões do terror para toda a sociedade.
A polícia é parte da comunidade, existe para garantir a segurança da população. Portanto, tem o dever de viver em paz com a comunidade da qual é parte. E sua missão é nobre. É preciso que o policial compreenda isto. Também Resgatar e respeitar os direitos do policial, enquanto profissional, é objetivo de qualquer sociedade que encara a segurança pública como um direito do cidadão. Somente um policial detentor de direitos e não só de obrigações, pode efetivamente proteger a sociedade.
Senhor secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, Não adianta viaturas possantes, armamentos de última geração se o principal foco da segurança não for valorizado “O HOMEM ou MULHER POLICIAL”. Este profissional deverá estar preparado, técnica e emocionalmente, para equilibrar, em situações de alto risco, a ação da adrenalina em seu corpo com a utilização do bom senso na hora de definir a ação correta e a utilização de força proporcional. Este homem deverá estar seguro e convicto de seu propósito de guardião da paz.
Sgt Roque

2 comentários para “Senhor secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri”

  1. Anônimo disse:

    Sinceramente, não entendi a carta. Acompanho teoricamente o trabalho do secretário o quanto posso, sou daquela parcela que lê jornais e ouve especialistas na mídia.

    O que será que ele quis dizer com”Senhor secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, Não adianta viaturas possantes, armamentos de última geração se o principal foco da segurança não for valorizado “O HOMEM ou MULHER POLICIAL”?

    Está sugerindo qual trabalho prático? “A fé sem obras é uma fé morta”.

    Todos on line,
    um abraço!

  2. bwfwyqmfpaw disse:

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